Pavimentos industriais e estruturas de pavilhão logístico
O eixo da A1 fez de Azambuja um dos maiores polos logísticos do país. As patologias destes edifícios são específicas e pouco tratadas: fissuração e empenamento de pavimentos térreos por retração ou por assentamento do aterro de fundação, degradação de juntas serradas sob tráfego de empilhador, danos de impacto em pilares e portas seccionadas, e corrosão em estrutura metálica junto a zonas de cais. Um pavimento fora de tolerância de planeza não é um problema estético — condiciona a operação de equipamento de elevação em altura.
Assentamentos em terrenos de lezíria
A faixa junto ao Tejo assenta sobre depósitos aluvionares moles e compressíveis, com espessura muito variável. Em construção corrente resulta em assentamento diferencial e fissuração inclinada; em pavilhões de grande área, resulta em pavimentos com desnível progressivo e em fissuração de painéis de fachada. É a mesma geologia que condiciona todo o eixo ribeirinho do Tejo, e exige leitura geotécnica e não apenas observação superficial.
Verificação de equipamentos de trabalho em armazém
Onde há logística há empilhadores e plataformas elevatórias, e há a obrigação legal de verificação periódica ao abrigo do Decreto-Lei n.º 50/2005, com relatório emitido por pessoa competente e apresentável à ACT. É trabalho que fazemos e que se articula naturalmente com a inspeção ao edifício — muitas vezes na mesma deslocação.
Construção rural e agrícola nas freguesias do interior
Em Alcoentre, Aveiras e Manique do Intendente, o edificado inclui construção agrícola antiga e armazéns de apoio com estruturas nunca calculadas para os usos atuais. Alterações de uso, aumento de cargas de armazenamento e coberturas em fibrocimento em fim de vida são os motivos mais frequentes de intervenção.