O que inclui
- Inspeção ao local do sinistro e levantamento das ocorrências.
- Determinação técnica da causa (infiltração, rotura, incêndio, fenómeno natural, defeito construtivo).
- Apuramento de responsabilidades e do nexo de causalidade.
- Quantificação dos danos e estimativa de reparação.
- Parecer fundamentado, imparcial e tecnicamente defensável.
Quando recorrer a este serviço
- Companhias de seguros que necessitem de avaliação independente de um sinistro.
- Mediadores e tomadores de seguro em situações de divergência.
- Validação técnica de participações de sinistro.
Independência. Não somos peritos de nenhuma seguradora nem temos acordos de exclusividade com companhias. Emitimos o mesmo parecer independentemente de quem contrata — e é precisamente essa posição que dá valor ao documento perante um regulador, um tribunal ou uma negociação de sinistro. Quando as conclusões não favorecem quem nos contratou, dizemo-lo por escrito.
Trabalhamos com várias seguradoras e mediadoras, com a imparcialidade que estes processos exigem. Parecer assinado por engenheiro inscrito na Ordem dos Engenheiros (n.º 68736), com resposta inicial a pedidos urgentes em até 48 horas úteis.
Como decorre
- Análise do processoParticipação, condições da apólice, relatórios anteriores e correspondência trocada. É aqui que se percebe o que está efetivamente em discussão — muitas vezes não é a causa, é o âmbito da cobertura.
- Inspeção ao localLevantamento das ocorrências, registo fotográfico e recolha dos elementos que sustentam ou afastam cada hipótese de causa.
- Determinação da causa e do nexoIdentificação da origem do dano e da relação de causalidade, distinguindo o que decorre do evento participado do que resulta de degradação anterior ou de defeito construtivo.
- Quantificação e parecerEstimativa de reparação com base em quantidades medidas e preços de mercado, e parecer fundamentado sobre causa, responsabilidades e extensão dos danos.
Situações que tratamos com mais frequência
- Infiltrações entre frações e a discussão sobre quem responde pela origem e pelos danos.
- Roturas de canalização e distinção entre dano súbito e infiltração prolongada.
- Danos por fenómenos naturais — vento, chuva intensa, queda de árvore — e a delimitação face à degradação preexistente.
- Recusas de sinistro fundamentadas em falta de manutenção ou em defeito de construção.
- Divergências sobre o valor da reparação proposta pela companhia.
Perguntas frequentes
A seguradora recusou o sinistro. Vale a pena contestar?
Depende do fundamento da recusa. Quando assenta em pressupostos técnicos — falta de manutenção, degradação anterior, causa excluída pela apólice —, um parecer independente que demonstre o contrário é o meio adequado para reabrir a discussão, seja junto da companhia, do Provedor do Cliente ou da ASF. O primeiro passo é ler a fundamentação da recusa e ver se ela se sustenta.
Trabalham para as seguradoras ou para os segurados?
Para ambos, e sem exclusividade com nenhuma companhia. É essa posição que dá valor ao documento: um parecer emitido por quem depende de uma das partes vale pouco perante um regulador ou um tribunal. Quando as conclusões não favorecem quem nos contratou, ficam escritas na mesma.
O parecer inclui o valor da reparação?
Sim, quando é isso que está em causa. A quantificação é feita a partir de medições e de preços de mercado, apresentada de forma discriminada — e não como um valor global sem decomposição, que é indefensável numa negociação.