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Eng.º civil OE n.º 68736 · Nível 2

Edgar Domingues

Engenheiro civil. Faço peritagens, relatórios técnicos e pareceres independentes sobre patologias de construção e sinistros — e assino-os.

Percurso

Sou engenheiro civil, mestre em Engenharia Civil na especialidade de Estruturas e Geotecnia, e exerço desde 2012. Trabalho sobretudo em peritagem e consultoria: respondo a quem tem um problema num edifício — uma fissura que não para de abrir, uma infiltração sem origem clara, um sinistro recusado pela seguradora — e precisa de saber a causa, por escrito e com fundamento.

A formação em estruturas e geotecnia determina a forma como o faço. Boa parte das anomalias que aparecem numa parede tem origem no que está por baixo dela ou no comportamento do que a sustenta, e essa leitura exige cálculo, não experiência acumulada. É a diferença entre descrever uma fissura e explicar por que razão ela existe.

Credenciais

  • Ordem dos Engenheiros — Membro Efetivo, Colégio de Engenharia Civil, Região Sul. Engenheiro Nível 2, cédula n.º 68736.
  • Mestrado em Engenharia Civil — especialidade de Estruturas e Geotecnia.
  • Técnico Superior de Segurança no Trabalho — nível 6.
  • Verificação de equipamentos de trabalho — habilitação ao abrigo do Decreto-Lei n.º 50/2005.

A inscrição é verificável por qualquer pessoa: em ordemdosengenheiros.pt, na Pesquisa de Membros, pela cédula 68736. Num parecer que vai a tribunal ou a uma seguradora, quem assina responde pelo que escreve — e deve poder ser confirmado.

Como trabalho

  1. A causa antes da soluçãoUm relatório que descreve o que já se vê não serve para nada. O que interessa é porque é que aconteceu — e é isso que determina se a reparação resolve ou se o problema volta.
  2. Medir em vez de opinarAs anomalias são medidas, localizadas e datadas. Quando o diagnóstico exige perceber a evolução, instalo instrumentação e volto a ler. Uma conclusão que assenta em medições resiste ao contraditório; uma impressão não.
  3. Escrever para ser lido por terceirosOs meus relatórios são lidos por seguradoras, advogados, câmaras e tribunais. São escritos a pensar em quem os vai contestar, não apenas em quem os encomendou.
  4. Dizer o que não interessa ouvirQuando as conclusões não favorecem quem me contratou, ficam escritas na mesma. É a única forma de o documento valer alguma coisa quando é preciso.

Instrumentação própria

Desenhei e produzo os fissurómetros que uso em obra — um comparador de largura de fissuras e um alvo de controlo bidimensional, ambos à escala real. Não é um detalhe de imagem: permite deixar monitorização instalada no dia da visita, com leitura zero registada, em vez de agendar segunda deslocação.

Fissurómetro de controlo 2D ECD instalado sobre fissura em parede, com registo de obra e leitura inicial
Fissurómetro de controlo 2D instalado numa fissura em parede exterior. A leitura inicial fica a zero; as seguintes dizem se a fissura está estabilizada ou em evolução.

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Descreva-me a situação e a localização. Digo-lhe se é trabalho para mim e envio proposta com âmbito, prazo e honorários — normalmente em até 48 horas úteis.

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